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24/11/2009 - 11:45

Tentando entender “Lua Nova” e “Crepúsculo”

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Lua Nova 2Adolescentes, não leiam este texto. Tenho certeza que vocês vão se irritar. O que se segue é o esforço, possivelmente fracassado, de um “tiozinho” no sentido de entender este novo fenômeno da indústria do entretenimento.

No intervalo de quatro dias, assisti aos filmes “Crepúsculo” e “Lua Nova”, ambos recordistas de bilheteria, baseados na série de Stephenie Meyer, de quem nunca li, até hoje, uma única linha. Com muito atraso, reconheço, escolhi tentar recuperar o tempo perdido, mesmo que de forma superficial, por meio dos filmes.

Vi “Crepúsculo” na televisão, no Telecine, o que diminui muito do seu impacto, imagino. Mas me chamou a atenção o make-up exagerado de todos os vampiros da família Cullen, o jeito afetado e lento de falar e o fato de serem todos bonitos – homens e mulheres.

Registrei uma única piada ao longo de 122 minutos de filme – na cena em que Edward Cullen (Robert Pattinson) explica para Bella Swan (Kristen Stewart) que os vampiros de sua família não bebem sangue humano. “Nós nos vimos como vegetarianos. Seria como um ser humano que só comesse tofu: você nunca fica totalmente satisfeito”.

Também chama a atenção de cara que, com seus vampiros bonitinhos e modernos, “Crepúsculo” acaba com qualquer sutileza e sugestão que normalmente existe em filmes do gênero.

Assisti “Lua Nova” numa pré-estreia, à meia-noite, véspera do feriado, no Kinoplex Itaim. O cinema exibiu o filme em duas salas lotadas – uma terceira teve que cancelar a sessão porque a cópia não chegou.

Pattinson é o novo Leonardo di Caprio no imaginário das adolescentes. Provoca gritos histéricos por onde passa. Como escrevi no Último Segundo, nas telas, quando aparece, causa reações incomuns em cenas de cinema: barulho, murmúrios, suspiros e gritos se espalham pela sala.

O estranho visual – purpurina no rosto e lábios muito vermelhos – não atrapalha em nada. Ao contrário, parece torná-lo ainda mais atraente, talvez porque inofensivo, às meninas na platéia.

Lutando contra os seus instintos, no primeiro filme, Edward Cullen resiste a dar a mordida fatal em Bella e, ainda por cima, se apaixona pela jovem. Mas percebe, logo no início de “Lua Nova”, ao ver sangue nas mãos da menina, que sua índole (e a de seus familiares) é mais forte, o que coloca a vida da amada em risco.

Com um pé em “Romeu e Julieta” e outro em “Harry Potter”, Stephenie Meyer construiu sua saga em torno da mais essencial das questões para uma adolescente: a perda da virgindade. O tema é ótimo, de fato, e o seu potencial para arrebatar platéias femininas está mais do que comprovado pelos espetaculares resultados nas bilheterias.

LUa NovaAbandonada pelo vampiro Edward, Bella sofre horrores durante meses, até que se reaproxima de um amiguinho do primeiro capítulo, o índio Jacob Black (Taylor Lautner), agora sem camisa, encorpado e com segundas intenções.

Bella acaba sentindo uma certa queda por Jacob, mas vai sofrer outra decepção ao descobrir que o menino é, na verdade, um lobisomem! E lobisomens, como todo mundo sabe, não se dão com vampiros. É assim, literalmente, entre a cruz e a caldeirinha, mendigando um beijo aqui e outro ali, que Bella vai passar os intermináveis 130 minutos de “Lua Nova”.

Não acontece absolutamente nada no filme, o que pode explicar a implicância e resistência do público masculino, que transparece em comentários em blogs e fóruns sobre a saga. Bella também é cortejada nos filmes por um menino “normal”, nem vampiro nem lobisomem, mas não vê a menor graça nele. Seu sonho é ser mordida pelo vampiro galã. Para os meninos, trata-se de concorrência desleal.

Para piorar, a paciência e o recato do vampiro são realmente de outro mundo. O que pode ser tedioso para parte da plateia, parece encantador para a outra parte. À saída da sessão que assisti, às 2h20 da manhã, enquanto dezenas de adolescentes procuravam seus pais à saída do Kinoplex Itaim, muitas trocavam impressões sobre o filme. “Chorei muito na hora em que ele (Edward) falou que ia embora”, dizia uma. “Também chorei muito”, dizia a amiga. “Eu só lacrimejei”, respondeu a terceira.

Em tempo: sem nenhuma sutileza, num expediente que lembra as novelas da televisão, “Lua Nova” termina deixando pela metade uma conversa importante dos dois protagonistas. Só faltou exibir em seguida “cenas do próximo filme”. Que, a propósito, chama-se “Eclipse”, e tem estreia programada para 30 de junho de 2010.

Autor: - Categoria(s): Cultura Tags: , , , , , , , ,

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208 comentários para “Tentando entender “Lua Nova” e “Crepúsculo””

  1. Josiane disse:

    “Adolescentes, não leiam este texto” – já que tenho 28 anos, continuei a leitura.

    Sinceramente, criticar os filmes sem ter lido os livros é um pouquinho demais.
    Comparando os dois filmes, tenho que dizer que Lua Nova é melhor (mudou a diretora, você percebeu isso?).

    Crepúsculo não é comédia. Ninguém vai ao cinema pra rir com ele. Mas se você gosta de tiradas, espere pelo Eclipse.

    O jeito “afetado” de falar dos vampiros vem dos seus séculos de idade. Aro tem 3000 anos de idade, esqueceu? Ah, é… você não leu os livros…

    Devo concordar que o Robert não seria minha escolha para personificar o Edward, mas você tem que perdoar as meninas mais afoitas. É coisa da idade, você já passou por isso.

    O “pé em Romeu e Julieta” é mais claro do que isso. A comparação é bem clara e significativa. AH, éééé……… você NÃO leu os livros………….

    O “encorpamento” de Jacob e o fato de ele ficar sem camisa se deve a ele virar lobisomem. Saberia disso se tivesse lido os livros.

    A Stephenie foi muito feliz ao escrever a saga, pois ela não focaliza tudo em torno do sexo.

    Mais uma vez, o recato de Edward se deve à sua idade. Ele nasceu em uma época em que os homens respeitavam as mulheres e sabiam como cortejá-las, sem parecer cães partindo pra cima de “cachorras”.
    A decepção masculina com a “concorrência desleal” devia antes é fazer com que revejam suas atitudes para com o “sexo frágil”.

    Não pensem vocês que só os homens saem decepcionados do cinema. As mulheres também. Porque quando olham para seus maridos/ noivos/ namorados/ ficantes se dão conta de que não chegam aos pés do Edward. E não estou falando do qusito físico, não.

    Já que vocês, homens, se incomodam tanto com a saga, deviam é repensar no PORQUÊ ela faz tanto sucesso.

    • Byaah disse:

      Aff gente por aqui rasgando por causa deCrepusculo…que ridiculo esse filme devia serjogado no lixodetão ridiculo que é!

    • Suelen disse:

      Me admira você, Josiane, com 28 anos nas costas, entre tantas opções de literatura realmente significativas e que acrescentem algo à formação e também como entretenimento, escolher Crepúsculo para ler!
      E desde quando sucesso é prova de qualidade? Taí os funks, axés e mulheres-frutas, que não me deixam mentir.

    • Vivi disse:

      tenho guase 34 anos e acredito que não há idade para amar e acreditar na felicidade. Amo os livros, os filmes e Edward. Não se importe com comentarios de pesoas recalcadas Josiane.

    • rafael disse:

      eu concordo com a suelen.

      entretenimento, só.

    • Filipe Silva disse:

      Quer dizer que assistir o filme e ter opinião sobre ele é algo restrito a quem leu os livros? É um pacote fechado? Apontar qualquer defeito no roteiro e/ou direção é em razão de não ter lido os livros? Que ridículo.

      Lendo seu comentário até parece que foi a tal Meyer quem inventou os vampiros e os lobisomens, tamanha é a “seriedade” dos livros.

    • Sol1968 disse:

      Josiane parabéns pelo seu muito bem elaborado e correto comentário. Realmente acho muita pretensão alguém criticar sem ter lido os livros. E também acho estranho que quem odeie os filmes e livros se dê ao trabalho de comentá-los. Você disse tudo. Eu me apaixonei pelo personagem (não o ator) Edward principalmente por sua indole, sua devoção e respeito pela pessoa que ama.

    • Josiane disse:

      Concordo sobre o funk e etc, mas com 28 anos de idade eu sei muito bem escolher o que leio e o que não leio. Isso não quer dizer que só leia esse tipo de literatura.
      Estou muito acima da média brasileira. Leio a média de dois livros por semana. Às vezes mais.
      Também possuo uma biblioteca acima da média. Tenho livros da literatura brasileira, Dostoiévski, Tolstói, Agatha Christie, Stephen King, Homero, Sidney Sheldon, Edgar Wallace, Shakespeare e muitos outros menos ilustres, INCLUSIVE Stephenie Meyer EEE André Vianco.
      Acho que tenho um gosto literário bem desenvolvido pra me deixar levar por modismos (só pra constar, eu li o primeiro livro muito antes do “boom”) e tenho discernimento para esolher.

    • Josiane disse:

      Filipe, ele está criticando a HISTÓRIA, e isso não se restrige aos filmes.
      Opinião é opinião. Ele se sentiu no direito de publicar a dele e eu me senti no direito de discordar.
      Simples.

  2. Alessandra disse:

    Caro Maurício, fui apresentada ao livro Crepúsculo por acaso, pois sempre mantenho um livro de cabeceira e, há mais ou menos 3 meses, estava sem nenhum e acabei fundando um “Clube do Livro” no trabalho, quando peguei este que minha secretária adicionou, pertencente a sua filha adolescente. Me interessei pela história de vampiros e acabei DEVORANDO o livro, de forma que não consegui mais parar enquanto não cheguei ao final de Amanhecer (4º livro). Tenho 33 anos e nunca fui chegada às histerias inerentes ao público adolescente, mas realmente a série fala de uma linda história de amor e, como já dito nos depoimentos acima, tão raras hj em dia. Ah, e não foi só eu que me fascinei pelos livros não… Minha mãe, de apenas 69 aninhos, também não sossegou enquanto não terminou o 4º exemplar da saga. Quem me dera aparecer um Edward ou um Jacob em minha vida… Acho q vc realmente devia ler os livros e desfrutar da incrível inspiração da autora quando escreveu uma história tão emocionante e linda para os tempos atuais. Um grande abraço!!

  3. Tatiana disse:

    Confesso que você foi um pouco cruel nos seus comentarios, mas concordo em boa parte com ele.
    Não compreendo como a Sra. Stephenie Meyer transformou seres das trevas, como são tradicionalmente conhecidos os vampiros (afinal eles são seres desprovidos de alma) em seres que brilham com a luz do sol, como um ser que viveu mais ou menos uns 100 anos como o Edward ainda se comporta como um adolescente…
    Mas por um lado a saga o crepusculo resgata nos adolescente valores como o amor por amor e não “amor” para sexo, hoje coisa tão comum e banal em novelas e seriados brasileiros, tão banal a ponto de hoje em dia garotas se envergonharem por serem vigens com 15 anos, de se submeterem a pressão dos namorados para transar mesmo sem querer, apenas por submissão, transformando-as assim submissas em relação ao amor e ao prazer tão cedo, sem descobrir por si so e por vontade propria, por pressão do namorado, dos amigos, da tv que insisti em mostrar que sexo sexo sexo as 24 h do dia., digo isso por que trabalho na area da saude e diariamente vejo meninas, quase crianças gravidas, se preucupando com sexo em idades em que deveriam se preucupar com as descobertas do proprio corpo em transformação.
    Falo isso tudo porque tenho 25 anos e apesar de não estar mais na faixa etaria de encantamento deste tipo de filme, defendo sim este tipo de filme para adolescentes, prefiro este e outros como Hight School Music ao grupo Rebeldes

  4. alguem disse:

    Eu não gosto da saga crepusculo, nem o que vier deste filme, pra mim não presta, mas HArry Potter Romeu e Julieta tudo bem.

  5. Ana_Patt disse:

    Ah…Alguém nunca parou pra pensar porque os vampiros da Steph brilham???
    Ela descreve detalhadamente o processo de transformação do nosso corpo, qdo se torna um vampiro.
    Nosso sangue é consumido pelo processo e o veneno cura todas as feridas, marcas que há no nosso corpo. Como se fossemos “cristalizados”. Por isso seriamos imortais e “congelados”. Por isso é que o corpo “brilha”. pq é literalmente um “cristal”

  6. Laisa disse:

    Olha Josiane meus parabéns!!! Disse tudo o que todos pensavam…
    É fácil criticar sem ter lido nenhum livro sequer… É notável que os filmes não seguem a risca o livro, até porque não teria como mesmo… E essa não uma série para adolescentes… leia os livros meu caro!! vc vai entender!!!

    Informação cai muito bem… e isso é essencial antes de publicar sua opnião!!

  7. Vanessa disse:

    Josiane…concordo com você. Você foi brilhante em sua colocação. Edward é um homem educado, simples apesar de suas particularidades, e lindo…porque não? É encantador e transmite um amor incondicional por Bella, o que falta a muitas meninas e mulheres por esse mundo afora. Por isso ele encante tantos corações. A história é brilhante e muito bem elaborada. Tenho minha opinião própria e sinto muito por ter muita gente por aí que não goste de tirar suas próprias conclusões. Caráter também é sexi, e transmite muita personalidade…….Edward, você tbém ganhou o meu coração!!!!

  8. Lorraine disse:

    Sim, eu sou uma adolescente, mas li o texto até o fim. O aviso no início do texto “NÃO leiam” tem o efeito completamente contrário: olá, somos adolescentes! Fazemos o que nos dizem para NÃO fazer.
    De todas as críticas que já li sobre a saga, as mais “ofensivas” são as feitas por homens. Parece que eles não conseguem entender o porquê de amarmos tanto a história, mas, se esquecem de que a maioria das garotas também não se atrai muito por filmes de pancadaria e explosões; nem por isso, saímos por aí apontando os defeitos desse tipo de produção. Preferimos ignorar.
    Tentar entender a história sem conhecê-la a fundo talvez seja uma tentativa inútil. Tudo se trata de sacrifício, autruísmo: coisas que o mundo anda precisando muito ultimamente. Qualquer garota que veja um namorado abrindo mão do que quer para que a amada seja feliz, fica hionotizada pelo filme, mas sabemos que algo assim não é real. Portanto, nos deixe viajar nas linhas da série que você não leu e nos filmes que você não fez questão de assistir. A produção não é perfeita, mas gostamos disso. Não há nenhum livro adaptado para cinema que não deixe a desejar, e a Saga Crepúsculo não é e nem será diferente.
    Agora, se bem me lembro, não só garotas fizeram filas imensas para assistir Lua Nova, havia garotos também. E adultos. Muitos deles. Por que alguém que acha que os filmes são “coisas de mulherzinha” se incomodaria de estar à meia noite no cinema para assitir algum deles? Às vezes,é só porque falta um pouco de compreensão: Stephenie escreveu a história dela, sem se preocupar com como os outros “filmes(ou livros) do gênero” abordavam o assunto. Estamos no século XXI e por mais que tenhamos clássicos como os de Rice e Stoker, não precisamos nos prender ao que eles imaginaram. A originalidade também atrai, e talvez por isso, os vampiros com “purpurina no rosto e lábios muito vermelhos” tenham conquistado milhões de garotas (e garotos – pelo menos aqueles que não são machistas demais para admitir) pelo mundo inteiro.

    • Emanuel disse:

      Lorraine, quando você amadurecer um pouquinho mais e olhar para trás, você refletirá: “Nossa! Como eu era ingênua para perder meu precioso tempo com essas bobagens de Lua Nova!” Aceite a sugestão do Jefferson, pois realmente é mais interessante assistir a Lagoa Azul repetidas vezes do que Lua Nova. E quanto à comparação de gêneros entre 2012 e Lua Nova, vou te explicar, pois é bem simples de entender: quem quiser assistir um excelente filme, assista 2012; quem estiver com problema de insônia, assista Lua Nova que você dormirá bem rapidinho, hehe.

    • Lorraine disse:

      Não preciso amadurecer para conhecer o que é bom. Eu me considero um leitora experiente, já li vários clássicos e consigo interpretá-los, ao contrário de muitas pessoas que deixaram seu comentário aqui. Se você prefere assistir à Lagoa Azul, isso já mostra como são as suas preferências e gostos cinematográficos, e se sou ingênua, as outras pessoas “não adolescentes” que foram assistir ao filme e gostaram também são, e existem milhares delas. Não estou discutindo a opinião de ninguém, estou defendendo a minha e no meu comentário eu tentei não ser ofensiva. Mas parece que há pessoas que não conseguem usar bons argumentos no lugar de denegrir a imagem de algo ou alguém.

  9. Agnes disse:

    Acredito que todos nós somos livres para expressar o que pensamos.Bem, tenho 26 anos e por trabalhar com adolescentes recorri ao livro crepusculo e não quis mais parar de ler os livros, imediatamente comprei toda a saga e recuperei o tempo assistindo ao primeiro filme e garantindo meu ingresso para a estreia do filme lua nova, devo confessar que o filme em si é um pouco fraco e deixa a desejar no seu ritimo,mas os livros são ricos em detalhes, descreve muito bem os sentimentos, conflitos, duvidas, relacionamentos na vida de uma adolecente, é claro tendo como pano de fundo uma trama pouco comum,talvez isso o torne tão contagiante, além de resgatar esse sentimento de amor e respeito,deixando uma mensagem positiva para os adolescentes como já foi dito acima.vale a pena lê os livros.

  10. Cinderela disse:

    Ai ai Mauricio
    Vc gosta de apanhar né…
    kkkkkkkkkkkk

  11. Bianca Fincati disse:

    eu a-d-o-r-o posts polêmicos…

  12. Elisa disse:

    eu tbm nao li os livros e nao tinha nenhuma curiosidade sobre crepusculo, msm com tanto alvoroço sobre o filme e livros. mas um dia qualquer na casa do meu namorado, baixamos ‘crepusculo’ para assistir e realmente me surpreendi, nao gosto de filmes do genero como HARRY POTTER, SENHOR DOS ANEIS e outros filmes fantasiosos, mas realmente a historia do filme me cativou, é uma historia de amor, é um filme teen, mas com uma historia mto diferente do q se costuma ver por aí, o q mais gostei no filme além do romance dos dois é qdo ele mostra o seu mundo pra ela e pra nós. agora, devo admitir q lua nova foi decepcionante, tava esperando outra coisa e realmente foi um lenga lenga sem fim, achei forçado o roteiro, a atuaçao e a maquiagem. mas nem por isso pedi a curiosidade sobre o filme e devo ler os livros em breve. abraço

  13. labanca disse:

    Cara, eu entendo todas vocês.

    Querem “super-homem” que lhes tragam sensação de serem especiais, de estarem protegidas.

    Sejam grandiosas vocês mesmas e parem de se esconder atrás de seus romances infantis.

    • Lorraine disse:

      Somo grandiosas o bastante e não queremos nenhum homem para nos escondermos atrás. Muito pelo contrário – o que queremos é um tipo de homem na qual possamos nos igualar, mas, os homens de hoje não dão mais valor às coisas que realmente importam e assim, é difíci encontrar um que possa se equiparar a nós.
      Desculpe, mas você NÃO nos entende, primeiro, porque não é uma de nós e segundo porque tenta justificar a personalidade feminina através de uma simples opinião pessoal. Infelizmente, romances infatis são a única coisa que homens como você terão em toda sua vida, simplesmente por terem a pretensão de pensar que nos conhecem.

  14. Erica disse:

    Eu li os dois primeiros livros, também na tentativa de entender o apelo que eles têm para as jovens. Como já disseram, a leitura é viciante, você acaba devorando realmente os livros. A autora, entretanto, não usou de nenhum recurso refinado na estrutrura da obra. O que ela fez foi copiar a fórmula dos folhetins — sim, os mesmos que eram colocados nas mãos das jovens senhoras da sociedade –, adequar a linguagem para a do público adolescente, usar de temas tabus (como sexo, não-sexo, amizade, divórcio, nova escola-ansiedade adolescente) e misturar com a figura “mitológica” que exerce mais fascinação desde Bram Stocker. Infalível. Ouso dizer que ela não escreveu totalmente. No próprio blog ela alega que a editora “sugeriu” a mudança do foco narrativo e a estruturação fixa (flash da ação final no início como gancho, começo devagar e cheio e “disse não disse”, clímax quase no final e executado rapidamente, prólogo com gancho para o próximo livro).
    Se querem realmente ler bons romances, sugiro O morro dos ventos uivantes; Ligações perigosas, Drácula (de Bram Stocker), O clube dos imortais (do brasileiro Kissy Ysatis), os livros de vampiro do André Vianco.
    Se quiserem conversar sobre literatura, tenho tb indicação de boas obras e blogs do pessoal da Ficção Fantasia.
    Saudações

  15. Talita Cruz disse:

    Bom, li os 2 primeiros livros (estou lendo o terceiro) e vi os 2 filmes..eu adoro a história, não sou mais adolescente mas acho que uma boa história de amor não tem idade. Fantasioso? sim, é, mas um pouco de fantasia não faz mal a ninguém. A realidade muitas vezes é sem graça…

    Analisando o filme tecnicamente (como o Mauricio fez), realmente deixa a desejar em muitos aspectos (como a atuação da atriz que interpreta a Bela, por exemplo), mas se ele fizesse uma critica baseada nos livros, talvez o saldo seria mais positivo…

  16. amaury disse:

    muito bom texto maurício. vc fez uma análise do filme e só do filme. esse argmento que vc não leu o livro pra falar isso ou aquilo não cola, afinal, o filme é feito para que não se leia o livro mesmo, pois até hoje nunca fizeram um filme descente que fosse baseado em algum livro. ‘o poderoso chefão’ é a prova disso, por melhor q seja, o livro consegue ser melhor. tbm não li o livro e não vi nenhum dos filmes….pelos comentário e teasers da pra ver que não leva a lugar nenhum…….

  17. Ana Moret disse:

    A estória é cativante…O Edward é lindoooooooooooo………….o Jacob é gostosérrimo….por isso a inveja!
    Com os milhões de dólares que a autora e os atores estão ganhando…pouco se importam com críticos suburbanos que sobrevivem de salário mínimo para fazer esse tipo de coisa.

    Este final de semana eu vou de novo! Dar mais lucro e credibilidade a saga…Eles merecem cada centavo!

  18. Maria Eduarda disse:

    Não devia nem se dar ao trabalho de escrever sobre algo que não conhece.

  19. Karina disse:

    Bom eu concordo com a Josiane…
    quem não leu o livro, certamente não vai entender mto bem os filmes nem achar graça.
    Muitas criticas em volta de Crepusculo e Lua Nova são mto exageradas…
    Nos livro temos uma riqueza em detalhes que nos fazem imaginar cada palavra dota por Bella e no ultimo livro tbm dita por Jacob.
    Não podemos exigir muita coisa do filme, os livros são bem extensos como colocar tudo em um filme de 2h e 20min?
    A pessoas deveriam ler primeiro os livros e depois assistirem os filmes… tudo ficaria muito mais claro….

  20. Su disse:

    Adorei o texto do Mauricio Stycer e achei muito coerente, pq?
    Li todos os livros e quero assistir a todos os filmes, ou seja, gosto da história, mas o meu gostar não me impede de pensar sobre o que li e sobre o que assisti. Acho que tanto os livros quanto o filme (no singular pq só hoje vou assistir Lua Nova) apresentam falhas, no livro, p exemplo, o fato do Jacob ser lobisomem por quase três livro e no ultimo capítulo descobrir-se ele apenas se transforma em lobo e que poderia ter se transformado em um outro animal. Aí vem a pergunta como ele mata vampiros?
    E qt aos comentários sobre o Mauricio Stycer não ter lido os livros: Ele n precisa ler os livros p comentar o filme, pois O FILME é uma interpretação do livro não é cópia do livro no cinema.
    Qt as sugestões de livros são válidas, mas ler o q se quer, o que dá prazer geralmente leva a outras leituras, indicações antecedidas por “o que vcs estão lendo não presta” geralmente não despertam nenhum interesse.

Os comentários do texto estão encerrados.

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