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Arquivo da Categoria Colunismo social

11/11/2009 - 17:27

Huck, invasão de privacidade e a capa das revistas

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No domingo, 8 de novembro, um dia depois de festejar o aniversário de dois anos do filho caçula, Luciano Huck descobriu que algum convidado da festa colocou na Internet uma foto do evento. O apresentador da Globo foi então ao Twitter para protestar contra o autor do vazamento e convocar seus seguidores a descobrirem e delatarem o culpado: “Domingão se recuperando da festa do nosso caçula. A propósito alguém sabe quem foi o deselegante que postou aqui 1 foto das crianças + bolo”

Com quase 1,4 milhão de seguidores, o campeão de audiência do Twitter no Brasil não teve dificuldade em localizar o “deselegante” convidado que tornou pública a sua privacidade e de sua família. Quinze minutos depois da primeira mensagem, Huck informou: “Obrigado turma, com as dicas, já encontramos o ‘twitter hospedeiro’ das fotos. Fazer o que, né?”.

contigo huck Quem HuckTrês dias depois, na quarta-feira, chegaram às bancas duas revistas que trazem em suas capas imagens da festa do filho de Luciano Huck e Angélica. Tanto as 12 páginas da “Contigo” quanto as três da “Quem” são ilustradas com fotos de João Miguel Junior, da TV Globo.

O que se depreende do episódio é que Huck não ficou indignado de ver uma imagem de sua intimidade na Internet, mas apenas irritou-se porque a indiscrição do convidado “deselegante” acabou com o ineditismo que prometera às revistas. Em outras palavras, parece que o problema de Huck não é a invasão de privacidade, mas o de controlar para quem vai oferecer os “flagrantes” da sua intimidade.

Autor: - Categoria(s): Colunismo social, Crônica, Internet Tags: , , , ,
10/10/2009 - 13:19

As polêmicas duquesas de Alba

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duquesa maioHá quase um ano a Espanha acompanha uma improvável novela da vida real: o romance entre María del Rosario Cayetana Fitz-James Stuart y Silva, 83 anos, a 18ª Duquesa de Alba, e o plebeu Alfonso Diez, 56 anos.

Recuperada de sérios problemas de saúde, a duquesa ressurgiu em forma no mais recente verão europeu, sempre ao lado de seu Alfonso, para deleite das revistas de celebridades, nas mais variadas e famosas praias da Espanha, de Ibiza a Marbella.

Sempre com um sorriso de felicidade no rosto, e vestindo ora um maiô, ora um biquini, a duquesa escandalizou parte dos espanhóis – incluindo os seus filhos, que enxergam no namorado da mãe alguém com outros interesses além do amor.

Em uma entrevista, a duquesa, tida como a mulher com mais títulos nobliárquicos no mundo, lamentou a reação dos filhos e declarou: “Alfonso não é um interesseiro, tem o seu trabalho e está disposto a assinar um documento dizendo que não precisa de nada da Casa de Alba, somente da pessoa que leva os seus títulos”.

Na última semana de setembro, assisti na tevê espanhola a um acalorado debate, num desses programas matinais, sobre o romance. Sempre exibindo as fotos do casal ao mar, os apresentadores discutiam o assunto. A defensora do romance insinuava, repetindo uma mesma frase, que a coisa está quente entre a duquesa e Alfonso: “Para mim, é um amor completo!”

Maja desnuda goya Cayetana de Alba está longe de ser a primeira de sua família a provocar escândalo. É famosa a história da relação do gênio Francisco de Goya (1746-1828) com María del Pilar Teresa Cayetana de Silva Alvarez de Toledo, a 13ª Duquesa de Alba, a quem retratou em vários quadros, e com quem manteve uma longa relação de amizade, depois da morte de seu marido, entre 1795 e 1797.

Goya e a beataDiferentes fontes sugerem que Goya e a duquesa tenham tido um romance, mas outros estudiosos preferem acreditar que tenha sido uma relação platônica. Por muito tempo prosperou a suspeita que o célebre “La Maja Desnuda”, em exibição no Museu do Prado, retrate a duquesa, embora o crítico Robert Hughes, em sua biografia de Goya, considere improvável esse fato.

Goya era 16 anos mais velho que a duquesa. Também estava viúvo no período em que se relacionaram. O caso entre os dois está relatado em diferentes livros e filmes, inclusive no de Carlos Saura (1999). De todas as telas que Goya pintou inspirado na duquesa, o mais famoso é justamente um em que não aparece seu rosto, “A Duquesa de Alba e a Beata”, também presente no Prado.

Autor: - Categoria(s): Colunismo social, Crônica, Cultura Tags: , , , , ,
09/09/2009 - 17:01

O casamento “exclusivo” de Larissa Maciel na “Caras”

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Como em todas as áreas da imprensa, também no colunismo social e no jornalismo de celebridades gasta-se muita energia em busca da notícia exclusiva, do furo. Em eventos totalmente fechados para a mídia, sai-se melhor aquele veículo que consegue “roubar” uma foto e mostrar o que ninguém teve a oportunidade de ver. Também é comum, hoje em dia, determinados eventos serem inacessíveis para toda a mídia, com exceção de um único veículo, que ganha o direito de uma cobertura “exclusiva”.

Realizado no último domingo, em Porto Alegre, o casamento de Larissa Maciel, atriz que interpretou a cantora Maysa na minissérie da TV Globo, atraiu a atenção de toda a mídia especializada. Pelo que anunciou na capa da edição que circula a partir desta quarta-feira, a revista “Caras” teve direito a uma cobertura “exclusiva” do evento. Tudo indica, porém, que alguma coisa deu errado já que a revista “Contigo” conseguiu trazer na capa o mesmo casamento “exclusivo” da concorrente.

Autor: - Categoria(s): Colunismo social, jornalismo Tags: , , ,
10/08/2009 - 11:04

Briga de mulheres: de “Seinfeld” a “Caminho das Índias”

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No último episódio da oitava temporada de “Seinfeld”, intitulado “The Summer of George”, Elaine e dois colegas de escritório fazem fofoca sobre Sam, uma moça desengonçada que trabalha na mesma empresa. Um deles diz que os braços de Sam, ao andar, balançam como “salames”. O outro o corrige e diz: “Ela anda como um orangotango”. Elaine comenta: “Melhor chamar o zoológico”. O primeiro colega faz um som, imitando um gato: “Grrrr…”. “O quê?”, pergunta Elaine. “Ssssss”, responde o outro colega. E o primeiro acrescenta: “Felina…”

Indignada por ficar com a fama, Elaine comenta a cena ocorrida no escritório com Jerry Seinfeld, que apenas observa e grunhe: “Grrrrr…” Não vou entrar em detalhes sobre os desdobramentos do episódio – genial como sempre e que inclui uma participação especialíssima da atriz Raquel Welch, no papel de uma prima donna decadente chamada Raquel Welch.

O fato é que, a certa altura, Elaine pergunta a Jerry porque os homens gostam tanto de ver brigas entre mulheres. Ou “catfight”, como diz Kramer. A resposta do humorista é puro Seinfeld: “Os homens acham que quando duas mulheres estão se agarrando e arranhando existe uma possibilidade, sabe-se lá como, de elas se beijarem”.

Dois episódios na última semana me fizeram voltar a Seinfeld. O primeiro ocorreu no lançamento da “Playboy” que traz a ex-BBB Priscila na capa. Quem não acompanhou o programa deve ter estranhado que Priscila vetou a entrada de Ana, colega de confinamento, na festa da revista, num bar, no Rio. “Grrrrr”, diria Seinfeld. Priscila foi alvo de várias intrigas durante o BBB9, protagonizadas por Maíra, Josy, Naiá e Ana. E mostrou que, passados quatro meses do encerramento do programa, não esqueceu de nada. “Sssss….”

A outra briga foi mais pesada. Deu-se no horário nobre da Globo, na novela “Caminho das Índias”. Depois de descobrir que seu marido havia presenteado uma amiga sua, Yvone (Letícia Sabatella), com jóias caríssimas, a perua Melissa (Christiane Torloni) parte para o ataque. Na sala de massagens do clube, Melissa tira o chapéu antes de dar uma surra em Yvone com uma violência que não se via desde que Maria Clara (Malu Mader) trancou o banheiro e acabou com Laura (Claudia Abreu) na novela “Celebridade” (2003).

A discussão sobre qual briga foi melhor, digo, mais bem encenada, já corre solta na Internet. Pelas participantes envolvidas, gostei mais da briga na novela de Gilberto Braga, mas reconheço que a cena exibida na novela de Gloria Perez não é uma pancadaria de se jogar fora. “Catfight”…

Autor: - Categoria(s): Colunismo social, televisão Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
22/07/2009 - 15:21

Da série “Notícias que precisamos dividir com o mundo”

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Autor: - Categoria(s): Colunismo social Tags: , , ,
30/06/2009 - 16:01

Ashton Kutcher dá lição de política a brasileiros no Twitter

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Ashton Kutcher é conhecido no Brasil por três motivos principais: fazia o garotão mais bobão no seriado “That´s 70 Show”, casou-se com a atriz Demi Moore e é o perfil mais popular do Twitter, seguido por 2,5 milhões de pessoas.

Bem-humorado, no último domingo, provocou os brasileiros que o seguem no Twitter enquanto os Estados Unidos venciam o Brasil por 2 a 0 na Copa das Confederações. Encerrada a partida, foi alvo de um massacre virtual, aos gritos de “chupa!”. Aceitou a brincadeira com fair-play, tanto que postou a palavra “chupa” no seu Twitter, elevando-a, para orgulho nativo, à categoria de assunto mais quente da rede por algumas horas.

Embalados por essa ajudinha do boa-gente Kutcher, o apresentador Marcos Mion, o músico Junior Lima e o ator Bruno Gagliasso, entre outros, se juntaram num grupo chamado Os Piratas numa campanha para convencer o ator americano a postar as palavras “fora Sarney” no seu Twitter. A campanha transformou-se numa das maiores piadas da curta história do Twitter brasileiro.

Primeiro, enviaram uma mensagem para Kutcher, em inglês: “Hey, Ashton, por favor diga #forasarney e ajude o Brasil a afastar seu senador corrupto”. Como Kutcher não respondeu, o irmão da Sandy insistiu: “Estamos lutando pelo fim da corrupção no nosso governo! Precisamos da sua ajuda! Apenas escreva #forasarney”.

Depois foi a vez de Marcos Mion. Sua primeira mensagem dizia: “Ashton, sou um VJ da MTV Brasil. Veja um trecho do meu programa”. Em seguida, foi a vez de Junior, de novo: “Vamos lá, cara. É só para finalidades midiáticas. Você é importante para fazer nossa opinião importante. #forasarney”. Mion insistiu: “Ashton, o Brasil precisa da sua ajuda! Escreva #forasarney para nos ajudar a combater a corrupção no nosso país! Por favor! O Brasil te ama! Feijoada! Samba!”.

Até que Kutcher se encheu e respondeu: “Para os brasileiros; só VOCÊS têm o poder de afastar seu senador. É o SEU país. VOCÊS devem lutar pelo que acreditam. Eu não tenho voto”. Mion então escreveu: “Putz… O Ashton disse que não pode ajudar! Que nós temos que lutar pelo nosso país. Fuck…”

Minha sugestão, caso alguém se interesse em saber, é a seguinte: Marcos Mion, Junior Lima e companhia limitada deveriam, como prêmio por este desempenho no Twitter, ser convidados a participar da próxima edição de “A Fazenda”.

Hit no Twitter, um vídeo muito divertido, criado pelo blogueiro Carlos Cardoso, resume esta história aqui.

Autor: - Categoria(s): Blog, Colunismo social, Esporte Tags: , , , , , ,
17/06/2009 - 15:38

Enquanto os pais viajam, a filha…

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Autor: - Categoria(s): Colunismo social Tags: , , , ,
21/05/2009 - 08:57

Uma semana de boas e importantes notícias

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Autor: - Categoria(s): Colunismo social Tags: , , ,
26/04/2009 - 11:55

Como a coluna social engoliu o jornalismo cultural

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Autor da biografia “Walt Disney, O Triunfo da Imaginação Americana” (Novo Século, 944 págs., R$ 90), lançada em 2006 e recém-publicada no Brasil, o escritor e jornalista Neal Gabler publicou em 1998 um estudo pouco comentado, mas muito interessante, chamado “Vida, o Filme”.

Com o subtítulo “Como o entretenimento conquistou a realidade, “Vida, o Filme” (lançado pela Companhia das Letras, hoje esgotado) tenta reconstituir o processo, do ponto de vista de um americano, ao longo do qual “a cultura se submete à tirania do entretenimento e a vida se torna um filme”.

Alguns anos antes do surgimento dos reality shows, Gabler escreveu:

“A transformação da vida num veículo de entretenimento não poderia ter dado certo, no entanto, se aqueles que assistem ao filme-vida não tivessem descoberto o que os primeiros produtores de cinema já tinham descoberto anos antes: que as platéias precisam de algum elemento de identificação para que o espetáculo as envolva de fato. No cinema, a solução foram as estrelas. Para o filme-vida são as celebridades”. 

O livro de Gabler ajuda a entender como o jornalismo cultural foi engolido pelo jornalismo de celebridades – como a vida pessoal dos artistas se tornou mais importante que a obra deles. No esforço de chamar a atenção para o seu trabalho, escritores, músicos, artistas plásticos deixam de lado o que produziram e se vêem obrigados (às vezes com prazer) a fazer todo tipo de micagem para aparecer. O jornalismo cultural, assim, foi parar na coluna social.

Autor: - Categoria(s): Colunismo social, jornalismo Tags: , , , ,
22/04/2009 - 14:49

Adriane Galisteu e a arte de ser notícia em uma semana

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Autor: - Categoria(s): Colunismo social Tags: , ,
06/04/2009 - 10:14

A sociologia de Eliana

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Em sua coluna no “Estadão” desta segunda-feira (“Eliana é o Mano Brown da favela da Daslu”), Fred Melo Paiva faz referência a uma entrevista de Eliana Tranchesi à revista “CartaCapital”, publicada em junho de 2005. A entrevista foi realizada por este blogueiro em parceria com Luiz Gonzaga Belluzzo e intitulava-se “A sociologia de Eliana”. Fred menciona um trecho em que Eliana nos contou sobre o seu sonho de estudar sociologia, abortado por pressão do pai. O diálogo foi esse aqui:

CC: A senhora fez sociologia?
ET: Eu quis fazer, meu pai não deixou. Naquela época, anos 70, com aquela repressão horrorosa, medonha, meu pai disse: “Se você for para a sociologia, você vai sair de casa. Não vou agüentar você numa reunião de noite com o pessoal da escola e eu achando que você vai ser presa”. Ele não deixou, não deixou, e aí, de repente, eu achei que queria artes plásticas, fiz e fui feliz.
 

A entrevista pode ser lida aqui.

Autor: - Categoria(s): Colunismo social, Crônica Tags: , , , , , ,
21/03/2009 - 13:09

Crônica social: procurando Marc Jacobs, encontrei Elke Maravilha

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O evento da noite de sexta-feira, em São Paulo, foi a festa que Natalie Klein, dona da loja NK Store, ofereceu para Marc Jacobs, famoso e criativo estilista americano, numa boate no centro de São Paulo.

Mais de 500 pessoas passaram pela Cantho, uma boate gay, no Largo do Arouche, fechada exclusivamente para a festa. O site oficial da boate, inclusive, advertia: “A Cantho informa aos seus clientes que a casa estará fechada no próximo dia 20 para um evento corperativo (sic)”. Apesar da grafia errada, a mensagem está clara: uma festa de firma, de negócios – para celebrar a primeira loja de Jacobs na América Latina, inaugurada em São Paulo.

Eu poderia resumir a festa da seguinte forma: muitos fotógrafos de revistas e sites de celebridades, bebida boa (champagne Veuve Clicquot), música bate-estaca, dois go-go boys de short, viseira e óculos escuros, dançando num palco improvisado, e uma “área vip”, no mezanino. Esse espaço, fechado para a maioria dos presentes, acolhia os convidados “vips”, que, na falta de algo melhor para fazer, ficavam olhando para baixo, encarando o pessoal sem acesso à área exclusiva. Enquanto isso, embaixo, sem ter o que fazer, os demais convidados ficavam olhando para cima, imaginando como a festa estava lá.

Jacobs chegou por volta das 1h30 da manhã, mas não o vi. Chegou de saia, acompanhado do namorado, para orgulho nativo, um brasileiro, chamado Lorenzo Martone (fotos aqui, no iG Gente). Foi conduzido direto à área vip, onde ficou até ir embora. Em seu primeiro romance, “A Ditadura da Moda”, a jornalista Nina Lemos descreve uma semana de desfiles em São Paulo e observa: “Nunca entendi porque as pessoas vêm aqui sem serem obrigadas”.

Como eu não era obrigado – fui apenas por curiosidade –, deixei o local por volta das 2h da manhã. Deveria ter ido para casa, mas acabei levado para outra casa noturna, o Clube Glória, no Bixiga. Ali acontece, uma vez por mês, uma festa chamada “Vai!”, que convida os freqüentadores a irem vestidos de acordo com um determinado tema proposto.

É um evento que reúne gente engraçada e maluca, no bom sentido. A festa desta sexta-feira tinha o tema de “Vai! Futurista” e, como atração principal, Elke Maravilha no papel de DJ. A “hostess” da festa, Aline Prado (à esq. na foto), ajudou Elke na seleção musical, divertidíssima, da noite.

Para escrever este texto, fiz uma rápida pesquisa e vi como sabia pouco sobre Elke – ela nasceu em São Petersburgo, filha de um russo e uma alemã, fala nove línguas e, antes de fazer carreira como modelo e atriz, foi bancária, secretária, bibliotecária e professora. Por volta das 3h da manhã, enfim, Elke deu por encerrada a sua participação como DJ e, tal como se espera de uma celebridade, recolheu-se à área vip da casa noturna, dando a senha para o blogueiro partir.

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21/03/2009 - 12:06

Notícias que trazem preocupação e alívio ao país

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25/02/2009 - 11:46

Cachê de Rodrigo Santoro no camarote cria polêmica

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Na sempre bem-humorada cobertura do Carnaval, a coluna “Gente Boa”, de Joaquim Ferreira dos Santos, em “O Globo”, também tratou de um assunto sério este ano: o valor do cachê recebido pelas estrelas que passaram pelo Camarote da Brahma no Sambódromo. Escreveu Joaquim na terça-feira, dia 24: “Rodrigo Santoro teria embolsado R$ 150 mil para ser presença ‘vip’ no camarote – a Brahma não confirma”. Ao lado do ator americano Kevin Spacey (“Beleza Americana”), Santoro foi a principal atração do camarote na primeira noite de desfiles.

A notícia causou grande tititi no meio. Só para se ter uma idéia, Grazi Massafera, “musa” do camarote da Brahma, recebeu cachê de R$ 40 mil por sua participação nos dois dias de desfiles. Na avaliação de uma pessoa com quem conversei, e que conhece bem o mercado de celebridades, o valor que Santoro teria recebido não pareceu absurdo, uma vez que o ator já estaria em outro patamar de fama e sucesso que seus colegas brasileiros (atuou recentemente ao lado de Benicio del Toro em “Che” e de Jim Carrey em “I Love You, Philip Morris”).

O fato é que nesta quarta-feira, na coluna de Mônica Bergamo, na “Folha de S.Paulo”, o cachê de Santoro voltou a ser tema de uma nota. Segundo Mônica, Santoro teria recebido cachê de R$ 80 mil e Kevin Spacey teria embolsado R$ 120 mil para dar as caras na primeira noite de Carnaval. José Victor Oliva, organizador do camarote da Brahma, disse à coluna que Santoro e Spacey prestigiaram o evento de graça. “Imagina se eu vou pagar cachê”, disse Oliva. “Se o Carnaval do Rio não for suficiente para atrair alguém eu paro tudo e vou fazer futebol”, completou. E agora, como é que fica?

 

Crédito da foto: AGNews

Autor: - Categoria(s): Colunismo social Tags: , , , ,
26/11/2008 - 20:27

Ninguém casou, ninguém separou, ninguém brigou…

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Por onde anda Luana para animar a festa?

Autor: - Categoria(s): Blog, Colunismo social Tags: , , , ,
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