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11/12/2008 - 17:12

Correspondentes internacionais preferem o Rio – II

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Antes de publicar a nota abaixo, procurei Paula Gobbi, que o site da Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil (ACIE) informa ser a presidente da entidade. A jornalista, que representa a rádio CBS News, respondeu meu e-mail agora há pouco. Está, neste momento, fora do Brasil. Não é mais, disse, presidente da ACIE desde agosto. O cargo agora é ocupado por Alicia Martinez Pardies, representante da agência Ansa.

A ACIE foi fundada em 1962.  O primeiro presidente eleito foi Jean-Jacques Faust, da agência France Presse. A associação foi fundada, contou Paula Gobbi, “para defender as condições necessárias para a coleta de noticias, sem fins lucrativos e estritamente profissionais”.

E essa preferência pelo Rio Janeiro? Eis a resposta da jornalista:

“O Rio de Janeiro continua sendo a cidade que tem maior atração entre os correspondentes por sua beleza geográfica, facilidade de acesso aéreo, cultura, historia, e importância política. Do Rio, os correspondentes podem viajar e cobrir outras regiões do Brasil, mantendo como sede a ‘Cidade Maravilhosa’.”

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11/12/2008 - 14:20

Correspondentes internacionais preferem o Rio de Janeiro

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 No programa “Arena Sportv”, nesta quinta-feira, Cleber Machado perguntou ao ítalo-brasileiro Claudio Carsughi sobre a repercussão internacional da contratação de Ronaldo pelo Corinthians. Cleber achou curioso os jornais italianos, como mostrou o iG, darem mais destaque ao fato de Ronaldo não ter ido para o Flamengo do que para a notícia de que jogará no Corinthians.

Tranquilão, como sempre, e sem demonstrar ironia, Carsughi explicou: “É que tanto o correspondente da ‘Gazzetta dello Sport’ quanto do ‘Corriere della Sera’ moram no Rio”. É possível, sugeriu Carsughi, que esse fato tenha influenciado a forma pela qual os jornalistas italianos compreenderam a notícia do negócio.

Fiquei com uma pulga atrás da orelha e fui ao site da Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil (ACIE). Informa-se ali que há cerca de 200 profissionais de rádio, jornal e televisão atuando no Brasil. Na relação de sócios efetivos, encontrei os nomes de 108 correspondentes. Destes, 103 moram no Rio de Janeiro, três estão estabelecidos em São Paulo, um reside em Niterói e não consta o endereço de um deles. Impressionante.

PS. Depois de publicada esta nota, consegui contato com Paula Gobbi, ex-presidente da ACIE. Aqui, ela comenta a preferência dos correspondentes pelo Rio de Janeiro. 

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