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26/11/2009 - 15:17

Bob Dylan reclama das críticas ao seu CD de Natal

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Bob Dylan NatalO surpreendente “Christmas In The Heart’”, mais recente CD de Bob Dylan, deve chegar ao Brasil na primeira semana de dezembro. Recheado exclusivamente com canções de Natal (15, no total), que Dylan reinterpreta à sua maneira, o CD é um projeto de caráter beneficente, cujos royalties devidos ao músico serão destinados a diferentes entidades de combate à fome, nos Estados Unidos e na Europa. Segundo a Sony Music, o CD será vendido exclusivamente na Livraria Cultura.

Ao anunciar o projeto, em agosto, Dylan justificou: “É uma tragédia que 35 milhões de pessoas neste país (os EUA) – sendo 12 milhões de crianças – costumam ir para a cama com fome e acordem no dia seguinte sem saber quando vão comer novamente”.

Para promover o disco, Bob Dylan aparece num videoclipe, o que não fazia desde 1997, e deu uma única entrevista, ao crítico de rock e produtor Bill Flanagan. A íntegra da conversa está sendo distribuída pela Street News Service, um portal voltado à divulgação de notícias publicadas em jornais feitos por moradores de rua, como o “Ocas”, no Brasil.

No diálogo com Flanagan, Dylan fala sobre canções de Natal, diz o que gosta numa ceia (peru assado com purê de batatas e molho, além de couve) e explica o que o seduz na festa. É uma conversa sem grandes revelações, mas que ganha temperatura numa passagem, quando o entrevistador comenta o que os críticos andam dizendo do novo CD. Traduzo rápida e livremente as três perguntas e respostas em que Dylan discute o assunto.

Flanagan: Alguns críticos parecem não saber o que fazer com este disco. O Bloomberg News escreveu: “Algumas canções soam irônicas. Será que ele realmente deseja um Feliz Natal para você?” Há alguma ironia no conteúdo destas músicas?
Dylan: De jeito nenhum. Críticos como este estão olhando de fora para dentro. Eles não são, definitivamente, os fãs ou o público para quem eu toco. Eles não compreendem o meu trabalho, o que eu posso ou não posso – o sentido disso tudo. A esta altura, eles ainda não sabem o que fazer comigo

Flanagan: Derek Barker no “Independent” comparou este disco com o choque que você causou ao trocar o violão acústico pela guitarra elétrica (nos anos 60). Tantos artistas gravaram discos de Natal, de Bing Crosby a Huey Piano Smith. Por que é um choque se você faz a mesma coisa?
Dylan: Você vai ter que perguntar para eles.

Pergunta: O “Chicago Tribune” sentiu falta de mais irreverência no disco. Você não acha que eles erraram o alvo?
Resposta: Seguramente. Este é um comentário irresponsável. Já não há irreverência suficiente no mundo? Quem precisa mais? Especialmente no Natal.

A entrevista pode ser lida na íntegra aqui.

Autor: - Categoria(s): Cultura Tags: , , , , , ,
23/12/2008 - 13:35

O repórter tropeça na tecnologia

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Antes, eu tinha uma câmera fotográfica básica, que fazia fotos básicas. Agora, ganhei uma câmera moderna, cheia de recursos, que não apenas fotografa como também faz vídeos e fotos incríveis. Só falta eu aprender a usar a máquina.

Na segunda-feira à noite, saí para fazer uma reportagem sobre as atrações de Natal em São Paulo. Fiz várias fotos dos diferentes programas que enfrentei, a saber: a lama em volta do lago Ibirapuera, onde ocorria um show de luzes; a gigantesca árvore de Natal do parque apagada por causa do temporal; a enorme fila para entrar em um presépio na avenida Paulista às 22h30; e a quantidade de gente disparando o flash de suas câmeras fotográficas.

O problema é que, em vez de fazer fotos, acionei o dispositivo que faz vídeos. Não saiu uma coisa nem outra. Moral da história: a reportagem está publicada sem as minhas fotos, mas com imagens de arquivos. Espero, ainda assim, que esteja divertida.

Autor: - Categoria(s): São Paulo Tags: , , ,
22/12/2008 - 08:48

É Natal nos Jardins: até o Yorkshire faz compras!

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Domingo de compras nos Jardins, em São Paulo. Na alameda Lorena, a mulher passeia com o seu Yorkshire em meio ao movimento. Sem coleira, o cachorrinho sai correndo e entra numa loja. Sem graça, a mulher tenta explicar o que houve para o sujeito que assiste a cena sentado num banco, na calçada:

– Não sei o que ele tem. Ele sente alguma coisa quando passa em algumas lojas, e aí ele tem que entrar.

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